Batalhão de Trânsito da PM registrou aumento de 210% nas prisões por embriaguez ao volante em MT

O número de multas também foi superior, sendo 48% a mais que em relação a 2019. Foram 57.754 no ano passado e, em 2019, 34.337

Via Assessoria Secom/MT

Operação Lei Seca Foto por: Mayke Toscano/Secom-MT

Mesmo sendo um ano atípico, com restrições das atividades produtivas e isolamento social, em 2020, o Batalhão de Polícia Militar de Trânsito Rodoviário e Urbano teve muito trabalho na fiscalização das rodovias estaduais e vias urbanas.

De acordo com o relatório anual de produtividade, divulgado nesta sexta-feira (08.01), em 2020, a unidade militar prendeu 289 motoristas por embriaguez, um aumento de 210% em relação ao índice de 2019, ano em que 93 condutores foram flagrados bêbados.

O dado curioso, segundo o comandante do Batalhão, tenente-coronel Adão César Rodrigues, foi que em 2019, mais motoristas fizeram o teste de alcoolemia, 14.491. Enquanto em 2020, foram 10.009 exames de bafômetro realizados. Ele explica que entre março e outubro do ano passado, as blitze e Operações Lei Seca foram suspensas para evitar aglomerações, mas as fiscalizações continuaram.

“Infelizmente, o condutor que não tem educação no trânsito e não se preocupa com o pedestre, com outros condutores, só sente quando é abordado, preso, atuado e multado”, lamenta o comandante.  

O número de multas também foi superior em 2020, em relação a 2019. Foram 48% as mais: 57.754, sendo 27.006 em vias urbanas e 23.748 em rodovias estaduais. Já em 2019, foram 34.337, 17.175 urbanas e 17.162 em rodovias.

As autuações administrativas por alcoolemia em 2020 foram 865. Esses são os casos em que não caracteriza a embriaguez, porém o exame aponta índice de álcool entre 0,05 e 0,33 miligramas de álcool por litro de ar expedido. Nessa situação o condutor é multado, tem a documentação apreendida, porém não é preso.

Já os que são presos (artigo 306), sofrem a autuação em flagrante na delegacia por crime de embriaguez, são multados em R$ 2.934,70, tem a suspensão do direito de dirigir por 12 meses, precisam pagar fiança para serem liberados, entre outras implicações.

A estatística do ano passado aponta ainda a apreensão de 833 carteiras de habilitação (CNH), 3.190 certificados de licença veicular (CRLV) recolhidos, 1.208 veículos removidos, sendo 912 dentro das cidades e 296 em rodovias.

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