Corolla híbrido já responde por 40% da produção do modelo, diz presidente da Toyota; Prius seguirá

Diante da crise argentina, montadora busca novos mercados para carros feitos no Brasil, como Bolívia. E quer expandir oferta de aluguel de veículos.

Toyota Corolla Altis híbrido — Foto: Guilherme Fontana/G1
versão híbrida do Toyota Corolla (com um motor elétrico e outro flex a combustão) já responde por 40% da produção do modelo no Brasil, diz o presidente da montadora, o peruano Rafael Chang. No início, em meados de 2019, eram 15 a 20%.
A procura pelo modelo, o primeiro híbrido a aceitar etanol, surpreendeu a montadora. A fila de espera, que chegou a 3 meses, agora está em 1.
A demora acontece porque o conjunto mecânico é importado do Japão; o restante é produzido e montado na linha de Indaiatuba (SP), que foi modernizada para receber a nova geração do Corolla.
Não há previsão de trazer a fabricação do motor para o Brasil. “A escala (de produção do Corolla híbrido) ainda é pequena”, diz Chang.
Segundo a marca, são emplacadas 2 mil unidades do híbrido por mês. Em dezembro, ao todo, foram 5,2 mil do Corolla, considerando a versão híbrida e as que só têm motor a combustão.
O preço parte de R$ 128.990 atualmente (versão Altis Hybrid) — R$ 4 mil mais caro do que quando o carro foi lançado. Na versão topo de linha, Altis Hybrid Premium, chega a R$ 135.990, que é R$ 5 mil a mais do que na época do lançamento.

‘Escola’ Prius

O terceiro modelo exclusivamente híbrido da Toyota é o Prius, que custa R$ 134.990 e também é importado do Japão. Ele começou a ser vendido no Brasil em 2013 — na época, a R$ 120.830 (sem correção) — e virou um carro de nicho, com seu visual pouco conservador. Teve apenas 39 unidades emplacadas em dezembro.

Toyota Prius 2019 — Foto: Divulgação

Fonte: Por Luciana de Oliveira, G1

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