MT recebe 9 mil unidades de cloroquina do governo federal

Via Gazeta Digital

Por ser uma doença nova, a covid-19 ainda não tem um medicamento ou vacina para a cura. No entanto, o Ministério da Saúde decidiu distribuir o medicamento que, em alguns casos se mostrou eficiente, mas que em novos estudos causou complicações no estado dos pacientes com o vírus.

Imagem: Buda Mendes/Getty Images

Mato Grosso recebeu 9 mil comprimidos de cloroquina do governo federal para tratamento dos pacientes com o novo coronavírus. A medida faz parte do pacote de 500 mil comprimidos do medicamento distribuídos pelo Ministério da Saúde desde o fim de março para combater a pandemia da covid-19. O recebimento da cloroquina foi confirmado pelo secretário de Saúde, Gilberto Figueiredo, na live desta terça-feira (19).

“Recebemos fracionados lotes do Ministério da Saúde com 9 mil comprimidos de cloroquina e fizemos a distribuição entre os hospitais”, informou Figueiredo.

Por ser uma doença nova, a covid-19 ainda não tem um medicamento ou vacina para a cura. No entanto, o Ministério da Saúde decidiu distribuir o medicamento que, em alguns casos se mostrou eficiente, mas que em novos estudos causou complicações no estado dos pacientes com o vírus.

Ele também pontuou que, apesar do apelo popular para o uso em massa do medicamento, não são todos os casos que possuem indicação. “A gente percebe nas nossas redes sociais volume de pessoas que clamam para que pessoas recebam cloroquina. Não dá para distribuir no pacotinho para todo mundo. Todo médico que assim entender, vai administrar”.

Isso porque, segundo o secretário, o medicamento não é efetivo para todos os casos. Cada paciente deve ser avaliado pelo médico, que é quem decide sobre o uso. “Não há proibição nenhuma de utilização de cloroquina. Só que não é secretário que prescreve, é o médico. Cada paciente é individual, com comorbidades que influem nos medicamentos”.

Na entrevista Gilberto voltou a enfatizar a necessidade das pessoas ficarem em casa e manterem o isolamento. “As pessoas que estão circulando, fazem por subsistência. Mas, quem puder ficar em casa, para proteger os familiares do grupo de risco, deve fazer”.

Com a flexibilização das restrições, como a reabertura das empresas e indústrias, a previsão é que os casos continuem aumentando, mesmo que ainda não se saiba até quando esse crescimento vai continuar. “Continuará sendo crescente o número de casos e vai aumentar demanda por leitos hospitalares. Espero que não faltem leitos”.

Fonte: Via Gazeta Digital

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