Relembre brincadeiras que marcaram a infância

No lugar dos smartphones e tablets, as crianças se divertiam jogando pião, pulando amarelinha, além de brincarem com bichinho virtual e mini game.

Esse foi o tema discutido hoje no Programa Estação Livre na Rádio Aliança FM 99,9 apresentado por Claudemir Lima com participação de Rosely Pereira no quadro É Bom Saber.

Via Carinho a Cada Passo

Antes dos computadores, celulares e vídeo games existia vida! Sim, muita vida. Vamos esquecer por um momento a tecnologia que nos cerca e sentir novamente o gostinho da infância com as brincadeiras que marcaram uma geração inteira? Pode até rolar uma brincadeira com o Pimpolho depois, hein?

Gato Mia

Imagem: Reprodução

Nessa brincadeira, uma pessoa ficava vendada e tentava “achar” um outro participante. Se ele encostasse em alguém, essa pessoa deveria falar: “Gato, Mia” e quem foi apanhado deveria “miar” para a pessoa adivinhar quem é. Se acertasse, quem miou era o próximo pegador. Todos cantavam para ele a musiquinha: “Menininha (o), você perdeu seu gato. Quer ajuda para encontrar?”

Passa anel

Duas pessoas são escolhidas: um para passar o anel e outro para adivinhar com quem está. O passador deve ficar com as palmas das mãos juntas para passar o anel (ou não) para o próximo participante. Quando a fila acabar e todos fingirem (ou não) que estão com o anel, o adivinhador deve falar com quem ele acha que está. Se acertar, ele é o próximo passador e deve escolher quem será o adivinhador da próxima rodada.

Elástico

Imagem: Reprodução

Dois jogadores seguram um elástico, formando um retângulo, o terceiro fica saltando de um lado para o outro tentando não pisar no fio, e conforme ele vai avançando, os jogadores vão subindo o elástico. Dependendo, quem está segurando pode descer e cruzar o elástico para aumentar a dificuldade.

Telefone sem fio

Uma das mais clássicas, né? Os participantes ficavam um do lado do outro e o primeiro escolhia uma frase para falar no ouvido do colega do lado, e então ele repetia para o próximo da forma que tinha entendido e assim por diante. No final, o último falava em voz alta o que ele ouviu, o que normalmente era algo totalmente diferente do que tinha sido dito no começo.

Queimada

Imagem: Reprodução

É preciso dois times para começar. Um jogador atira a bola contra o time adversário e se acertar alguém, essa pessoa passa a ser “prisioneiro” e fica em uma parte atrás do time que o acertou. Caso a bola entre na “prisão”, esse jogador pode lançar a bola contra alguém do time adversário e mandá-lo também para prisão. O jogo acaba quando não há mais nenhum jogador de um time no campo principal.

Pique pega/Pega pega/Pique alto

O famoso pique pega/pega pega ou pique alto, talvez seja uma das brincadeiras que ainda hoje as crianças conhecem. O jogo é: uma pessoa é escolhida para correr atrás das outras e deve encostar nelas. Se conseguir, essa pessoa agora é quem tem que correr para pegar outra. O pique alto segue a mesma linha, a diferença é que, se alguém que está prestes a ser pego subir em alguma coisa alta, ele está protegido. Mas não vale ficar no alto por muito tempo.

Elástico de mão

Imagem: Reprodução

Aqui descobrimos como o ser humano pode criativo com apenas um pedaço de barbante. Só precisava de dois participantes e uma delas fazia o famoso “Cama de Gato”. A outra apenas puxava (da maneira correta) de um lado e logo o barbante de transformava em outro “nó”, que também podia ser desfeito e se transformar em uma nova posição. Difícil escrever o que é tão simples fazer em alguns segundos, né? E aí, bateu saudade?

Stop

Os participantes escrevem em uma folha algumas opções, como “nome, cidade, cor e animal. Então o grupo escolhe uma letra do alfabeto para que sejam escritas palavras que comecem com ela. O primeiro que acabar diz “stop” e todos devem parar e somar os pontos da rodada. Depois é iniciada outra partida com uma letra diferente. As palavras têm pontuações. No final os valores são somados e quem fizer mais pontos vence a brincadeira.

Vivo e Morto

Imagem: Reprodução

Uma fila de crianças é formada na horizontal, com um condutor que falava: “Vivo ou Morto” e dependendo do comando dado, as crianças deveriam abaixar (morto) ou levantar (vivo). O condutor da brincadeira sempre fazia pegadinhas e sempre tinha um “viv…MORTO” para enganar alguém.

Ainda tem muita brincadeira faltando. Mas, e aí? Qual você mais brincava e qual sente mais falta?

Pimpolho

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