Cachê de Maraísa, obtido em live com a irmã Maiara, pode ser penhorado na Justiça

Via Portal Pop Line

Ex-cunhado de Maraísa cobra a cantora na Justiça. Os advogados da cantora afirmam que a cantora foi enganada pelo ex-namorado e o ex-cunhado (Foto: Reprodução/Instagram)

Nos últimos quatro meses, os sertanejos souberam como compensar a falta de shows por conta da pandemia. As lives – recheadas de patrocínio – foram a principal fonte de renda de muitos artistas. Por conta desta certeza, o ex-cunhado de Maraísa, Elias Fernandes, entrou na Justiça e solicitou que o cachê das lives feitas pela cantora e a irmã Maiara sejam penhorados.

De acordo com nota publicada pela jornalista Fábia Oliveira, o empresário alega que a cantora lhe deve R$ 1,4 milhão por conta de um empréstimo. Segundo Elias, o dinheiro serviria para pagar uma dívida pela compra de uma fazenda em Morrinhos, Goiás. A reportagem da Rolling Stone Brasil informa que o imóvel foi adquirido por Maraísa por aproximadamente R$ 14 milhões. Porém, ela teve de devolvê-lo ao antigo dono por não ter quitado o pagamento integral.

Do outro lado, os advogados de Maraísa apontam que a cliente teria sido “enganada” pelo ex-namorado e o ex-cunhado. Afirmam ainda que a cantora não deve dinheiro a Elias. Confira a nota enviada à coluna de Fábia Oliveira, no jornal O Dia:

“A Maraisa nada deve ao senhor Elias, nunca comprou nada, ou fez qualquer negócio ou fez empréstimo com o mesmo, nunca teve relação comercial com a pessoa que ajuizou a ação judicial em seu desfavor. O senhor Elias é irmão do ex-namorado da Maraisa, o senhor Raimundo, o qual de maneira ilícita repassou uma nota promissória para o seu irmão, com o claro intuito de tentar conseguir vantagem financeira em desfavor da mesma.

Durante o relacionamento, e devido à pouca idade e pouca instrução da mesma à época, ela foi induzida por seu então namorado, Raimundo, a assinar várias promissórias em branco, sob o argumento de que ambos iriam adquirir uma propriedade rural. Todas as promissórias foram assinadas em branco, sendo que das sete promissórias, apenas seis foram devolvidas depois da intervenção dos advogados da mesma. Contudo, uma das promissórias não foi devolvida e foi preenchida à mão pelo senhor Raimundo, tendo como credor a empresa Gaia Agribusinnes, da qual o senhor Raimundo é sócio”.

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