Crime “não condiz com disparo acidental”, aponta polícia, ao pedir para fazer buscas

Via RD News

Foto: RDNews

Consta em pedido de busca e apreensão, encaminhado pela Polícia Civil ao Judiciário, que a dinâmica dos fatos narrados em depoimento pela adolescente de 14 anos, que matou a amiga, Isabele Ramos Guimarães, de mesma idade, não condiz com disparo acidental. 

O depoimento foi prestado à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), dia 14 de julho, dois dias após ocorrência no condomínio Alphaville I.

A juíza Cristiane Padim da Silva analisou o pedido, assinado pelo delegado Wagner Bassi, da Delegacia Especializada do Adolescente (DEA), e o acatou.

O crime, supostamente acidental, está sendo tratado em extremo sigilo. Em três inquéritos, a polícia investiga o “Caso Isabele” ou “Caso Alphaville”, como ficou conhecido, tendo enorme repercussão.

Um deles, da 2ª Delegacia do Planalto (Carumbé), está concluso, com indiciamento do pai da garota que atirou, Marcelo Cetrari, de 46 anos, por posse irregular de arma de fogo e adulteração de pistolas. Ainda em curso, correm outros dois inquéritos na DEA e Deddica.

O pedido de busca e apreensão, que coloca em xeque se o tiro foi acidental, resultou em operação da DEA e Deddica, que cumpriram mandados na casa do empresário Marcelo, no Alphaville I, e também na casa do pai do namorado da garota, Glaucio Fernando Mesquita Correa da Costa. O filho dele tem 16 anos.

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