Deputado pede vistas e ALMT adia votação de projeto que proíbe passaporte da vacina

Passaporte da vacina não existe em Mato Grosso, mas deputados querem barrar sua criação

Via G1/MT

Comprovante da vacina para a entrada de público em locais como academias, cinemas, teatros, estádios em várias cidades do Brasil. Foto: Adriano Ishibashi/Estadão Conteúdo

Na sessão ordinária de quarta-feira (13), o deputado Lúdio Cabral (PT), pediu vistas ao projeto que veta a obrigatoriedade do passaporte de vacinação contra a Covid-19 em espaços públicos e privados de Mato Grosso.

A proposta inicial previa que estabelecimentos comerciais não cobrariam o comprovante de vacinação aos seus clientes. Atendendo ao apelo de comerciantes e representante da classe de lojistas.

No entanto, no decorrer da tramitação da proposta, foram acrescidos também órgãos públicos e templos religiosos.

Em sua justificativa, o autor da emenda, deputado Faissal Calil (PV), aponta que não se pode vincular a comprovação de imunização contra a Covid-19 ao recebimento dos salários dos servidores públicos, por exemplo.

Em Mato Grosso, ainda não há passaporte da vacinação. Apenas os jogos de futebol com a presença de público pede o comprovante vacinal ou o exame negativo de Covid-19.

No serviço público, o estado apenas cobra a vacinação dos profissionais da educação. Até o momento, 268 profissionais da educação não se vacinaram e o estado cobra uma explicação e atestado médico para a decisão.

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