MEC realiza estudos para implantar Universidade Federal do Nortão de Mato Grosso

Via assessoria

Imagem por: reprodução

O Ministério da Educação (MEC) está realizando os estudos para a implementação da Universidade Federal do Nortão de Mato Grosso (UFNMT), em Sinop. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (14), pelo secretário de Ensino Superior da pasta, Wagner Vilas Boas de Souza, em reunião com a bancada federal e representantes do município. A criação da terceira universidade federal em Mato Grosso é um pedido do senador Carlos Fávaro (PSD-MT), que no ano passado apresentou um Projeto de Lei para tratar do tema (PL 4812/2020).

De acordo com Souza, o MEC tem realizado estudos para analisar as necessidades para a criação da nova universidade. Um deles prevê que seriam necessários 300 novos cargos, 70 deles de técnicos administrativos, um investimento da ordem de R$ 8,3 milhões por ano. Atualmente, os estudos estão na fase qualitativa para que a previsão de recursos esteja na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2022.

O secretário ressaltou a importância do apoio da bancada federal para o avanço da implantação do campus, o que ocorre no caso da UFNMT. “Tendo o apoio da bancada não vejo dificuldades por parte do MEC, mas precisamos de dois avais, um do Palácio do Planalto e outro do Ministério da Economia”.

Fávaro salientou que há um compromisso do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) em colocar em pauta o mais breve possível o PL que assegura a criação da nova universidade. “Já temos o apoio de mais de 30 entidades que se manifestaram pela criação da universidade. Agora temos que avançar e assegurar a interiorização do ensino superior em Mato Grosso. É isso o que faremos”.

A criação da UFNMT tem o apoio da reitoria da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Reitor da universidade, Evandro Aparecido Soares da Silva pontuou que bastam apenas recursos para que isso ocorra. “Vontade temos, demanda social também. Precisamos apenas de uma LOA adequada”.

Para o prefeito de Sinop, Roberto Dorner (Republicanos), é preciso que a criação do campus ocorra com celeridade. “Essa descentralização é muito importante. A gente pede encarecidamente esse olhar. O tempo custa caro. A sociedade apoia e clama por isso”.

O campus de Sinop da UFMT já formou mais de 10,2 mil alunos, entre eles 157 professores e 1207 profissionais da saúde. Com cinco programas de mestrado ativos, o campus já formou 370 mestres e, entre 2017 a 2020 foi responsável por uma de cada cinco pesquisas realizadas pela UFMT no Estado.

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