Servidores públicos de Colíder (MT) exige do poder municipal adicional de insalubridade diante da pandemia de Covid-19

Para o SINSPUMCOL, de acordo com o boletim divulgado na quarta-feira (10) mostra que há uma crescente contaminação da população e, consequentemente, os servidores ficam expostos aos riscos e não recebem o adicional de insalubridade. Os mais expostos são os servidores da saúde pública na linha de frente de combate à pandemia

Por Claudemir G.de Lima com Assessoria

Foto: Claudemir Lima/Altonorte

O Sindicato dos Servidores Públicos de Colíder (MT) (SINSPUMCOL) relata que neste atual cenário de pandemia, que assombra a população, os servidores públicos não vêm recebendo o adicional de insalubridade de forma correta.


A categoria se diz ciente de que o momento requer maiores cuidados com os servidores. Os últimos números divulgados pelo Comitê Municipal de Prevenção e Combate ao Covid-19 mostra que há 19 casos confirmados, 07 recuperados, 09 em isolamento domiciliar, 71 suspeitos e 70 casos negativados.


Para o SINSPUMCOL, de acordo com o boletim divulgado na quarta-feira (10) mostra que há uma crescente contaminação da população e, consequentemente, os servidores ficam expostos aos riscos e não recebem o adicional legal de insalubridade. Os mais expostos são os servidores da saúde pública que estão na linha de frente no combate à pandemia no atendimento direto à população.


O SINSPUMCOL explica que os servidores “vem recebendo um percentual de 10% do adicional de insalubridade sobre o valor do salário mínimo, sem, entretanto, ter comprovação de laudo pericial elaborado por peritos competentes, credenciado no Ministério do Trabalho. Esse perito deve atestar que as atividades laborais exercidas no órgão são prejudicais a saúde ou não, esclarecendo em que grau se no mínimo, médio ou máximo, conforme determina a Norma Regulamentadora, NR-15”, descreve o texto divulgado.


O presidente do SINSPUMCOL (Sindicatos dos Servidores Públicos de Colíder/MT), José Maria Cardoso Filho, ressalta ainda que “o adicional de insalubridade pode variar de acordo com o ambiente, e essas variações afetam diretamente o valor a ser pago a cada servidor, conforme demonstrado a seguir. O Adicional de 40% quarenta por cento, sobre o salário-base, para quem trabalho em atividade insalubre de grau máximo; adicional de 20% vinte por cento, sobre o salário-base, para quem trabalha em atividade insalubre de grau médio; Adicional de 10% dez por cento, sobre o salário-base, para quem trabalho em atividade insalubre de grau mínimo’.


A categoria dos servidores públicos irá fabricar camisetas pretas para chamarem a atenção das autoridades competentes para o problema.

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