Unemat: diversidade cultural e agricultura sustentável em MT

O plano apresentado à CAPES pretende contribuir para formulação de políticas públicas e crescimento econômico da região

Via MEC

Foto: Reprodução

Da diversidade cultural à sustentação econômica em comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhas e assentamentos rurais.  Estes são os temas de um dos projetos apresentados pela Universidade do Estado do Mato Grosso (Unemat) selecionados no Programa de Desenvolvimento da Amazônia Legal.

A instituição pretende investigar a diversidade sociocultural do Mato Grosso a partir dos Programas de Pós-Graduação em Estudos Literários, Educação e Geografia. O objetivo é gerar conhecimento sobre os processos educacionais, culturais e modos de vida e sobrevivência de diferentes populações locais. A Unemat espera contribuir para o redimensionamento das políticas públicas da região, em especial das comunidades envolvidas.

A segunda diretriz envolve os programas de pós-graduação em Ciências Ambientais e Ambiente e Sistemas de Produção Agrícola. Anderson Fernandes de Miranda, pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da universidade, explica que as duas vertentes se unem para entender as complexas relações das atividades agropecuárias no Estado, considerando a conservação dos biomas, os serviços ecossistêmicos e as variações climáticas.

Por fim, a conservação da biodiversidade à biotecnologia pretende fortalecer o uso sustentável da terra em Mato Grosso. “Esta proposta relaciona os programas de Pós-Graduação stricto sensu em Genética e Melhoramento de Plantas, Ecologia e Conservação e Biodiversidade e Agroecossistemas Amazônicos”, explica Anderson. Além disso os programas envolvem a confecção de produtos biotecnológicos, a formação de pessoal qualificado e a melhoria de políticas públicas para conciliação do desenvolvimento com a conservação da biodiversidade.

PDPG Amazônia Legal
PDPG na Amazônia Legal vai incentivar o desenvolvimento dos programas de pós-graduação em áreas estratégicas na região da Amazônia Legal. Serão oferecidas 488 bolsas: 130 para mestrado, 90 para doutorado e 268 para pós-doutorado. O investimento em cada projeto será de R$627,2 mil, dos quais R$200 mil são destinados ao custeio. A Amazônia Legal corresponde a 59% do território brasileiro e engloba nove estados: Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.

A seleção considerou como áreas estratégicas: Biotecnologia, Biodiversidade, Conservação e Recuperação Ambiental, Saúde Pública, Doenças Tropicais e Tecnologias para o Trabalho em Saúde, Combate e Prevenção Voltados ao Enfrentamento de Epidemias, Engenharias, Tecnologia de Informação e Comunicação, Clima, Energia e Recursos Hídricos, Produção Animal e Vegetal Sustentável, e Diversidade Sociocultural, Sustentabilidade e Atividades Socioeconômicas.

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